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quinta-feira, 5 de maio de 2011

O que Deus está esperando de nós?

Na última terça-feira (dia 03/05), assistindo ao jornal regional que passa por volta das 12:15 h., deparei-me com uma notícia que me chamou bastante a atenção, a realização de um show gospel a ocorrer dia 07/05 na cidade onde resido, Belo Horizonte. Não posso negar que, ao ver aquela reportagem, fiquei chocado e profudnamente triste. Mas você pode estar se perguntando, porque triste? Um show evangélico não tem nada demais. Porém, como se dizia nos anos 80, é aí que mora o perigo. A grande maioria dos cristãos vive hoje como se não houvesse perigo em nada nesse mundo; uma vez que aceitei Jesus, não bebo e não fumo, tudo bem, o resto está "liberado". E a Bíblia e a história nos mostram que não é bem assim. 

Vejamos o que mais me chamou a atenção e mais me chocou e entristeceu na citada reportagem, logicamente, à luz das Escrituras Sagradas. 
1. O nome do evento: POP GOSPEL BRASIL. Vejamos o que significa a palarva "gospel": é uma palavra em inglês (EUA) para designar "Evangelho" ou "Boas Novas"; "POP": para nós parece lógico que refere-se a algo popular; no contexto cultural de exposições, shows e eventos, liga-se à uma cultura pop (pop art, como era designada na década de 70), cultura essa completamente desvinculada dos aspectos religiosos e totalmente secular. 

Tudo bem, posso concordar que nós, cristãos, queremos tornar o mais popular possível o conhecimento acerca de Jesus e Suas boas novas de salvação. Porém, uma coisa é tornar algo conhecido, outra é torná-la pop, nesse caso, fazer com que algo sacro e religioso tenha roupagens seculares com a justificativa que sirva para agradar jovens não cristãos e atraí-los para o nosso "lado" - lembremos que Jesus não se fez popular, muito menos pop; também não falou ou fez algo para agradar outros e assim se aproximar deles. Jesus falava a verdade, pregava a verdade e, principalmente, vivia pela verdade, mesmo desagradando até mesmo os mais poderosos. Aquele que se aproxima de Cristo, tem que se aproximar pela fé e pelo amor às Suas verdades, não sendo necessárias estratégias que misturem sagrado e profano nas mesmas coisas para atrair para Jesus quem quer que for ("A meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o imundo e o limpo" Ezequiel, 44: 23).

2. Quando ouço o título "POP GOSPEL BRASIL", logo me vem à mente a lembrança outros enventos: POP ROCK BRASIL e AXÉ BRASIL, eventos seculares, onde correm soltas a libertinagem, a glutonaria, a bebedeira e as drogas. Fico então me perguntando que necessidade é essa que o cristão de hoje tem de se parecer com o mundo? Veja o que a Bíblia diz: 

"Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente." (I Cor. 2: 12); 

"o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai," (Gálatas, 1: 4);
"Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo." (Gálatas, 6: 14);

"A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo." (Tiago, 1: 27);

"Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." (Tiago, 4: 4);

"Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo.Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente." (I João, 2: 15-17).

Diante desses versos da Bíblia Sagrada, será que precisamos dizer algo mais acerca dessa necessidade de muitos cristãos hoje imitar as coisas do mundo? Deus aceita rock pra Jesus? Funk pra Jesus? Axé pra Jesus? Forró pra Jesus? Pop pra Jesus? Absolutamente, não, Ele não aceita, pois são coisas do mundo e se são do mundo não são espirituais e, conforme a própria Bíblia diz, não há comunhão entre a luz e as trevas (II Cor., 6: 14).

3. Muitos desses cristãos afirmam que são "livres" em Cristo Jesus e portanto que não há pecado em realizar e participar de eventos dessa natureza. Realmente, quando aceitamos a Jesus como nosso Senhor e Salvador, estamos livres, mas livres do pecado, já não mais somos escravos do pecado e já não mais vivemos pecando (é fato que somos todos pecadores e cometemos pecados, mas é bem diferente viver pecando, ou seja, pecando constantemente e persistentemente). 

Muitos afirmam, ainda, que não bebem, não fumam e que como aceitaram a Jesus podem, agora, agir da maneira que quiserem; isso é uma grande ilusão. Deus nos convida, a cada dia, a nos tornarmos uma nova criatura ("E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas." II Cor. 5: 17); a ser crucificado com Jesus e ressucitar em novidade de vida("Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida." Romanos, 6: 4). E eu pergunto: que novidade de vida é essa em que cristãos querem, cada vez mais se parecer com o mundo e "curtir" as coisas do mundo?

4. Vivemos tempos solenes e, infelizmente, as pessoas comuns e mesmos os cristãos na sua maioria andam desapercebidos. Vejam o que Jesus disse:

"Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos." (Lucas, 17: 26).

Cristo, aqui, não quer dizer que não devamos nos casar, trabalhar e cuidar da nossa vida, mas não devemos deixar as coisas espirituais em segundo plano. Ele prometeu voltar e nenhum de nós sabe o dia e a hora, por isso devemos estar atentos e vivendo santa e piamente ("Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna;" Romanos, 6: 22), orando e vigiando para que esse dia não venha sobre nós como um ladrão e nos pegue a todos de surpresa.

Será que Jesus, em nossos dias, frequentaria esses shows, mesmo que a letras falem dEle? Jesus juntou-se aos pecadores para resgatá-los, mas jamais adentrou ambientes impuros ou pecaminosos; Ele, por meio da Sua bondade, do Seu amor e da pregação da Verdade, atraiu as pessoas a Si e é assim que devemos proceder. Devemos dar o exemplo, exemplo de humildade, de abnegação, de sacrifício se preciso for e de amor para atrair as pessoas a Jesus e o Espírito Santo completar a obra na vida dessas pessoas. 

Escrevo essas linhas não com a intenção de condenar ninguém, afinal eu não sou Deus para julgar, muito menos para condenar alguém. Sei que muitos dos jovens que lá estarão dia 07/05 estão com o coração puro e, em sua inocência, não tem noção do que estão fazendo ou do que estão participando; mas escrevo para alertar aqueles que, pela graça de Deus entrarem em contato com este blog, desejam participar desse evento que em nada ajuda a santificação e a caminhada cristã. 

Que Deus abençoe a todos.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Nome da Nossa Igreja

"Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável." (Isaías, 58: 12).

Durante toda a vida as pessoas carregam consigo o seu nome; é a forma mais usual e comum de identificarmos as pessoas. Na antiguidade, notadamente na Bíblia, o nome tinha muito que ver com o caráter das pessoas ou com o deus no qual criam. Vários exemplos podem ser citados, mas basta comentarmos, sucintamente, três:

1 - JACÓ: significa "aquele que engana" ou "aquele que trai"; pela história dessa personagem bíblica, podemos notar que ele fez jus ao seu nome (cf. Gênesis, 27), enganando seu velho pai e seu irmão, "roubando" a benção que seria dada a Esaú. Porém, alguns anos depois, Jacó tem seu nome mudado por Deus para ISRAEL. Agora, arrependido e com a vida transformada, não poderia mais ser chamado de "enganador"; Jacó havia "lutado" espiritualmente com Deus e prevalecido: "Não te chamarás mais Jacó, mas Israel. porque lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste." (Gênesis, 32: 28).

2 - O segundo exemplo que gostaria de destacar é o de DANIEL. Como hebreus e fiéis às suas crenças no único e verdadeiro Deus, os pais de Daniel colocaram esse nome em seu filho para homenagear ao Senhor e o Seu caráter. Daniel significa: DEUS É O MEU JUIZ - em toda a Bíblia, Deus se apresenta como misericordioso, mas também como aquEle que irá se levantar para julgar todos os povos e nações: "E os céus anunciam a sua retidão, pois Deus mesmo é o Juíz. (Salmos, 50; 6). Porém, Daniel estava entre os exilados em Babilônia e lá, como era comum na antiguidade, querendo homenagear seus deuses, Daniel teve o nome mudado para Beltessazar (cf. Daniel, 1: 7), que significa "Bel protege a sua vida". Isso, no entanto, não alterou as crenças e o caráter de Daniel, que, sem dúvida, foi um dos servos mais fiéis a Deus em toda Bíblia.

3 - O último exemplo a ser destacado é o de JESUS, que significa "Deus salva" ou "Deus é a salvação", nome perfeito para aquEle "que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas a si mesmo se esvaziou, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz." (Filipenses, 2: 6 - 8). Além desse, Jesus, o Salvador, recebe outros nomes na Bíblia, vejamos: "Portanto o mesmo Senhor vos dará uma sinal: A virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel. (...) Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o principado está sobre os seus ombros, e o se nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Isaías, 7: 14 e 9: 6). Emanuel significa: Deus conosco.

Coisas e entidades também recebem nomes. O edifício onde resido possui um nome; a escola onde os filhos estudam, possui um nome; o clube que frequentamos, também recebe um nome. Com as igrejas não é diferente. Essas recebem um nome que tenha a ver com sua história ou com as doutrinas que prega.

No início do século XIX, um homem chamado Guilherme Miller começou a pregar uma mensagem bíblica que até então estava esquecida: o breve retorno de Jesus Cristo com poder e glória. Muitos, nos Estados Unidos, se uniram a esse homem e a história mostra que outros movimentos, semelhantes a esse, surgiram em vários países na Europa e na América do Sul. No ano de 1844 ocorre o que conhecemos como "grande desapontamento", uma vez que o retorno de Cristo era aguardado para esse ano, o que, efetivamente, não aconteceu. Muitos seguidores de Miller retornaram para suas igrejas de origem, outros, tendo sido desligados delas, persistiram nos estudos das Sagradas Escrituras e perceberam que a promessa da vinda de Cristo é certa, mas que não era possível marcar datas para esse grandioso evento ("Porém, a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente o Pai." Mateus, 4: 36). Um grupo desses sinceros estudiosos começa então a divulgar essa verdade maravilhosa e a necessidade de nos prepararmos para o dia da volta de Jesus. Paralelamente a isso, outra verdade bíblica, que também havia sido esquecida e até mesmo rejeitada pelas denominações cristãs, começa a ser descoberta por esse grupo, a verdade acerca do verdadeiro dia de descanso bíblico: o sábado do sétimo dia.

Ao estudar a Palavra de Deus e receber inspiração do Espírito Santo (notadamente por meio do dom de profecia concedida à Sra. Ellen Gould White), o grupo percebeu a importância e necessidade dessas mensagens em relação à época em que viviam e também à nossa época atual; essas eram as mensagens para o mundo nos seus últimos dias; o mundo, envolto no pecado precisa conhecer a Cristo, se arrepender e ser fiel e obediente aos Seus Mandamentos e estar preparado para o grande dia do retorno de Jesus a essa terra.

Com o passar do tempo e vencidas as resistências naturais para pessoas que haviam passado pelo trauma de se verem desligadas, de forma sumária, de suas igrejas, perceberam a necessidade de organizarem aquele movimento. Assim, no ano de 1863, surgia formalmente a IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA. Esse nome traz em si a síntese dessas mensagens para os últimos dias.

Sem dúvida nenhuma, essas mensagens tornam a Igreja Adventista do Sétimo Dia peculiar em relação às outras denominações cristãs, uma vez que pouco se prega ou se divulga a volta eminente de Jesus Cristo, e muito menos a verdade sobre sábado - essa última é tida em pouquíssima ou nenhuma importância pelo mundo cristão, uma vez que a maioria crê que o sábado fora reservado para os judeus ou que Cristo teria "abolido" os dez mandamentos quando morto na cruz; nenhuma dessas duas afirmações têm embasamento bíblico.

O profeta Daniel nos diz que Satanás lançaria a verdade por terra e que isso prosperaria (cf. Daniel, 8: 12) e, em especial, acerca dessas duas verdades, o inimigo de Deus teve êxito parcial, uma vez que tirou da mente e do coração do homem o conhecimento acerca do retorno de Cristo e acerca do sábado do sétimo dia. Por isso cremos que recebemos, como Igreja e povo, um chamado especial para reparar essa brecha criada por Satanás. Restaurar essas veredas é uma das nossas principais missões.

Em várias partes da Bíblia, o próprio Cristo afirma veementemente, que retornará a esse mundo; por exemplo: "Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória." (Mateus, 24: 30). Em toda a Bíblia, também, é ressaltada a verdade sobre o sábado e a necessidade de santificarmos esse dia, conforme o mandamento (cf. Êxodo, 20: 8 - 11). O sábado é um dia tão importante que foi o próprio Jesus quem disse: "Pois o Filho do homem é Senhor do sábado." (Mateus, 12: 8); para bom entendedor, meia palavra basta e quando essa palavra vem de Deus, mais fé devemos colocar nela; de acordo com essa frase de Cristo, podemos asseverar que o sábado é o dia do Senhor, pois do sábado Ele é o Senhor!

Carregar o nome de Adventista do Sétimo Dia é um privilégio, por conhecermos essas verdades. Mas daí advém, também, uma tremenda obrigação, qual seja, viver e pregar essas verdades. Pregar a um mundo que "jaz no maligno" (I João, 5: 19); pregar a um mundo sem esperança, tragado pelo sofrimento da violência e da morte, que Jesus trará um mundo de paz e de vida eternas; mas que para herdarmos o reino de Deus precisamos ser-lhe fiel. Em Apocalipse encontramos uma promessa, condicional, maravilhosa: "Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida." (Apocalipse, 2: 10). Infelizmente, nem todos estão preparados para assumir seu lugar nesse reino; não cabe a nós julgar, cabe divulgar essas mensagens, para que no dia da colheita, o Senhor Jesus possa colher o maior número possível de sementes que germinaram e deram bons frutos.

No decorrer da formação da nossa Igreja Adventista do Sétimo Dia, Ellen G. White, inspirada pelo Espírito Santo, escreveu o seguinte texto:

"As feições peculiares e preeminentes de sua fé são a observância do sétimo dia e a expectativa da volta de Cristo nas nuvens do céu. Não podemos adotar outro nome mais apropriado do que esse que concorda com a nossa profissão, exprime a nossa fé e nos caracteriza como povo peculiar. O nome Adventista do Sétimo Dia é uma contínua repreensão ao mundo protestante. É aqui que está a linha divisória entre os que adoram a Deus e os que adoram a besta e recebem seu sinal. O grande conflito é entre os mandamentos de Deus e as exigências da besta. (...) O nome Adventista do Sétimo Dia exibe o verdadeiro caráter de nossa fé e será próprio para persuadir os espíritos indagadores. Como uma flecha da aljava do Senhor, fere os transgressores da lei divina, induzindo ao arrependimento e à fé no Senhor Jesus Cristo." (A Igreja Remanescente, p. 65).

Ao guardar o santo sábado, estamos tornando realidade em nossa vida as palavras de Deus, por meio do profeta Ezequiel: "Santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que Eu Sou o Senhor vosso Deus." (Ezequiel, 20: 20). Ao guardar o sábado estamos mostrando para o mundo qual é o nosso Deus: o Deus criador e redentor. Ao aguardar a volta de Cristo, colocando a nossa fé nesse Nome, e guardarmos o seu santo dia, nos tornamos a Igreja Remanescente de Cristo, pois o apóstolo João caracterizou bem a Igreja de Cristo nos últimos dias: "Aqui está a perserverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus." (Apocalipse, 14: 12). João foi claro, para sermos santos e fazermos parte da Igreja de Cristo é necessário ter fé nEle (e, consequentemente, nas Suas promessas) e guardar os mandamentos de Deus (que inclui o quarto, qual seja, a observância do sábado do sétimo dia).

O nome ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA carrega em si todas essas características. Sabemos que a igreja e o nome não nos salvarão; precisamos, antes de mais nada nos apegar à mão de Jesus, trilhar o caminho estreito, fazer a sua vontade, "Se me amais guardareis os Meus mandamentos." (João, 14: 15). Somente pelo poder e misericórdia de Cristo seremos verdadeiros adventistas do sétimo dia.

"Somos adventistas do sétimo dia, e desse nome nunca nos devemos envergonhar. Cumpre-nos, como um povo tomar firme posição ao lado da verdade e da justiça. Assim glorificaremos a Deus. Havemos de ser livrados de perigos, e não enredados nem corrompidos por eles. Para que isto aconteça, precisamos olhar sempre a Jesus, Autor e Consumador de nossa fé." (A Igreja Remanescente, p. 66).